Mundo: Frutas do Brasil ganham mais mercado lá fora

Cidade indígena se confina na Guatemala após aumento dos casos de covid

  Cidade indígena se confina na Guatemala após aumento dos casos de covid Com lojas fechadas e ruas desertas, cerca de 90 mil habitantes da cidade indígena de San Martín Jilotepeque, no oeste da Guatemala, permaneciam confinados nesta sexta-feira (9), na tentativa de conter as infecções por covid-19, que voltaram a aumentar no país centro-americano. Com 17 milhões de habitantes, a Guatemala somava 314.302 casos e 9.643 mortes por covid-19 nesta sexta-feira.  Embora nos últimos dias as infecções estejam em torno de 3.000 em 24h, o presidente Alejandro Giammattei, criticado por seu enfrentamento da pandemia, descartou o fechamento das fronteiras, como fez entre março e setembro de 2020.

O Brasil está colocando mais frutas nas prateleiras dos supermercados do mundo. Quatro mercados foram conquistados neste ano: Colômbia, Nicarágua e Senegal autorizaram vendas de maçãs e a Argentina, de figos. Para a Colômbia, que desde março recebeu 100 toneladas de maçãs nacionais, deverão ser embarcadas 3 mil a 4 mil toneladas da variedade gala até o fim do ano. A projeção é da Associação Brasileira de Produtores de Maçã (ABPM). “Queremos alcançar 10% daquele mercado, que importa 100 mil toneladas por ano, com 10 mil toneladas em 2022”, conta Celso Zancan, diretor Comercial e Logística de Mercado Externo da ABPM. Para ganhar espaço nas mesas dos colombianos, o Brasil disputará com o Chile, maior fornecedor da fruta ao país sul-americano. Zancan diz que a maçã brasileira tem menor tamanho, mas ganha em sabor e cor. No médio prazo, o setor espera licenças para exportar maçãs ao Peru, Equador, México, Filipinas, Tailândia e Malásia.

Tarantino dirá mesmo adeus ao cinema depois do próximo filme para virar escritor

  Tarantino dirá mesmo adeus ao cinema depois do próximo filme para virar escritor SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - “Era Uma Vez em Hollywood”, o livro, abre com uma longuíssima conversa entre o ator Rick Dalton e o agente Marvin Schwarz, em que eles discutem os rumos da carreira do primeiro e a possibilidade de ele ir gravar na Europa. São vários minutos dedicados à conversa, lenta, cheia de detalhes e verborrágica, para a qual grandes estúdios certamente torceriam o nariz. Tanto que ela está presente numa versão simplificada e encolhida em “Era Uma Vez em… Hollywood”, o filme. Os motivos para a existência da romantização do longa de 2019 aparecem logo de cara.

Novos horizontes

A China é um dos alvos dos exportadores nacionais de frutas. Protocolos fitossanitários para uva, abacate e limão estão sendo discutidos. “O processo está mais adiantado em relação à uva”, diz Guilherme Coelho, presidente da Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas). A expectativa do setor é obter a autorização em até um ano e meio. Há potencial de vendas de US$ 9 milhões.

Mix

Oportunidades para o abacate nos Estados Unidos e no Japão também estão sendo avaliadas. “São acessos importantes para diversificar a pauta exportadora”, considera Flávio Bettarello, secretário adjunto de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura. Hoje, 95% das exportações das frutas nacionais, de 1,03 milhão de toneladas em 2020, têm como destino a União Europeia, o Reino Unido e os Estados Unidos.

O show do milhão: Agricultores asiáticos lucram com livecommerce

  O show do milhão: Agricultores asiáticos lucram com livecommerce Os agricultores asiáticos estão ganhando milhões vendendo frutas, legumes e vegetais nas plataformas de livecommerce , um fenômeno com mais de 7,3 milhões de seguidores e 300 milhões de yuans (US$ 46 milhões) em vendas em 2020. O livecommerce é a principal tendência do empreendedorismo rural na China.Os produtos são vendidos ao vivo, de lugares remotos, diretamente para os consumidores nas cidades urbanas, por meio das transmissões ao vivo.

A todo vapor

Com o câmbio favorável e a busca por alimentos saudáveis, exportadores pretendem faturar 15% mais com vendas externas até o fim do ano, chegando a US$ 1 bilhão, de acordo com a Abrafrutas. Parte da meta, US$ 440 milhões, foi obtida no primeiro semestre. O Brasil é o terceiro maior produtor de frutas do mundo, com 45 milhões de toneladas por ano. O setor emprega 5 milhões de pessoas.

Da Ásia...

Após lançar neste ano sua carne de frango à base de plantas em Cingapura, onde está sediada, e também em Hong Kong e Macau, a NextGen está de olho no Brasil. A ideia é começar a operar aqui entre 2022 e 2023. Andre Menezes, CEO da NextGen, prevê que o País representará de 15% a 25% das vendas da empresa dentro de 10 anos. “O mercado de plant-based hoje está concentrado nos EUA e na Europa, mas entendemos que em 10 a 15 anos Brasil e China também vão estar muito acelerados”, diz o executivo. O mercado chinês também está nos planos.

COVID-19: contágio recua e desafoga leitos, mas cepas preocupam

  COVID-19: contágio recua e desafoga leitos, mas cepas preocupam Significativa redução de hospitalizações e óbitos provocados pela doença gera alívio no Brasil, ao mesmo tempo em que novo alerta é ligado devido à mutação

...para o Brasil

A empresa não pretende ter fábrica brasileira mas estabelecer parceria com fabricante que tenha operação industrial e atue sem marca própria. “Traríamos a nossa tecnologia, nossos ingredientes e nosso processo para essa fábrica produzir sob a nossa marca”, diz Menezes, que já passou pela BRF. A pandemia retardou as conversas com possíveis parceiros. “Ainda não tivemos oportunidade de visitar e experimentar os produtos”, conta.

De olho no céu

A empresa sueca de meteorologia Ignitia concluiu rodada de financiamento de US$ 4,2 milhões para lançar no Brasil seus serviços de apoio à tomada de decisão, desde a preparação até a colheita da safra agrícola. Segundo o CEO Rui Antunes, a Ignitia adaptou seu sistema às condições do País em um processo que durou cerca de 18 meses. Com uso de Inteligência Artificial e Machine Learning, garante 84% de precisão nas previsões do tempo.

Em conjunto

A Ignitia fechou no Brasil uma parceria com a startup StarkSat, de monitoramento por satélite, que atende produtores em mais de 3 milhões de hectares. Bernardo Arnaud, CEO da StarkSat, diz que a empresa usa os serviços da Ignitia em algumas de suas plataformas e seguros para prevenção de perdas agrícolas na África e na América Latina.

Ben & Jerry’s suspende venda de sorvetes em assentamentos israelenses ilegais nos territórios palestinos

  Ben & Jerry’s suspende venda de sorvetes em assentamentos israelenses ilegais nos territórios palestinos Protesto da marca despertou a ira do governo israelense, que ameaça boicotar a empresa, alegando que ela se rendeu ao “terrorismo e ao antissemitismo” . Em um telefonema ao CEO da Unilever, Alan Jope, o primeiro-ministro alertou-o que “Israel agirá agressivamente contra qualquer tipo de boicote a seus cidadãos”, segundo o jornal Haaretz. “Existem muitas marcas de sorvete, mas apenas um Estado judeu”, disse Bennett.A Ben & Jerry’s foi fundada em 1978 nos Estados Unidos com o lema “paz, amor e sorvete” e tem sua sede principal em South Burlington, no Estado de Vermont.

Passo Largo

A FarmBox, plataforma de gestão de propriedades rurais, prevê monitorar área 40% maior neste ano. Até dezembro, quer cobrir 2,8 milhões de hectares, ante 2 milhões de hectares rastreados atualmente, diz André Cantarelli, CEO da CheckPlant/Farmbox. Parte do incremento deve vir por meio de parcerias com revendas de insumos e consultorias agronômicas. “Queremos alcançar produtores de porte menor, a partir de 2 mil hectares”, diz o executivo. Hoje, o agricultor atendido pela startup tem, em média, 8 mil hectares.

Do lado

Para a expansão, a agtech mira o Centro-Oeste e o Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), onde atua em lavouras de soja, algodão, milho e cana-de-açúcar. “O produtor está mais receptivo a digitalizar a operação”, observa Cantarelli. A FarmBox espera também aumentar a sua presença na Bolívia e no Paraguai, dos atuais 45 mil hectares. Uma possível entrada na Argentina está nos planos para 2022/23. / ISADORA DUARTE E LETICIA PAKULSKI

Flipop 2021 vai simular ambientes físicos, com estandes de editoras, café e sessões de autógrafos .
Entre os convidados da Flipop, estão autores como Leah Johnson, Rachel Hawkins e Paula PimentaFlipop, o festival de literatura pop da Seguinte, selo do Grupo Companhia das Letras, que discute temas como representatividade e leitura na adolescência, começa nesta quinta, 22, e tenta se aproximar mais da ideia de um evento virtual. Não se trata apenas de promover e transmitir eventos literários online, como a maioria fez. A proposta é levar o participante para dentro do espaço, e a plataforma criada para a Flipop, que segue até domingo, 25, vai simular ambientes físicos e espaços para interação.

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